"Ainda te quero bem, apenas não te quero mais."



Navegar pela internet às vezes é frustrante, a gente vê cada texto, cada comentário, que só Deus para ter misericórdia. Algumas vezes temos que admitir que perdemos, que é insustentável e que não dá mais para aquela relação se tornar saudável novamente, resta deixar partir e ser feliz.

5 Comentários:

Evelyne V. Nami disse...

É verdade a internet rende umas pérolas que é de desanimar mesmo!!!!
Mas temos q seguir em frente!!!
Bjo e ânimo!!!!

Tigre Branco disse...

Deixar que alguém se vá, muitas vezes não significa perder algo, mas sim dar espaço para que algo novo e melhor se encaixe.
A oportunidade se reconstruir é uma das dádivas de Deus dada ao ser humano.
Tire seu momento para refletir, pensar, chorar ou até mesmo socar o chão (vide Marcelo Dourado do BBB).

Te amo Mila! Kiss kiss my little monster!

Ravi Barros disse...

cansei de ficar depr~e na neet!
ushuahsua

beeijo

@tiagohermano disse...

nossa , eu sei como é ler cada comentário e cada blog sem noção ( que não é o seu caso , me deparo com pelo menos umas 10 perolas no twitter todo dia.

adorei o seu blog , li alguns posts e gostei do seu modo de escrever você é curte e escreve bem , gostei dos amplos temas que o blog aborda e o seu toque pessoal nele , tenha certeza de que vou voltar mais vezes :)

dá uma passada lá no meu
http://www.tapanapantera.com/

bjos , e parabéns :)

Ana disse...

Mas o que se pode considerar abuso sexual infantil?
Qualquer comportamento de natureza sexual que envolva um adulto e uma criança, mesmo que não inclua o ato sexual de penetração ou de relação oral-genital. O simples facto de tocar nos genitais da criança como se fosse um jogo de brincadeira, ou mesmo fazer com que ela toque nos genitais do adulto, expor os genitais para a criança, mostrar material pornográfico, apenas isso já é considerado abuso sexual infantil e é passível de ser enquadrado como pedofilia.
Esse assunto coloca a maioria das pessoas à margem da realidade, uns por desconhecimento das estatísticas de abusos infantis realizados e outros por causa da fragilidade destes dados, que não representam a totalidade dos casos existentes.
A maioria dos casos não é denunciada ou por medo da própria criança em contar a alguém o que se passou com ela, ou por receio da família de se expor ao escândalo.
Outro fato que torna ainda mais difícil abordar este assunto e tomar as providências terapêuticas e legais cabíveis é que o abusador, na maioria das vezes, é da mais absoluta confiança da família e da criança. Vale a pena examinar as estatísticas que apontam os próprios pais, padrastos, tios, avós, irmãos e outros cuidadores - que poderíamos considerar acima de qualquer suspeita - como os principais protagonistas deste crime hediondo.

É fácil concluir que os danos emocionais e psicológicos decorrentes de uma experiência como esta podem ser devastadores se não forem adequadamente tratados. O primeiro e mais visível é uma violenta perda de auto-estima. Não é raro que a criança torne-se amarga e passe a viver com uma profunda desconfiança de todos os adultos. Muitas chegam a considerar o suicídio como única forma de escapar a este sofrimento extremo. A longo prazo, abusados podem tornar-se também abusadores, envolver-se com prostituição ou terem dificuldade de se sentirem dignos de uma relação sexual adulta satisfatória.

Mas vale registar que, a despeito de terem sido abusadas, boa parte das pessoas adequadamente tratadas têm a chance de levar uma vida absolutamente normal.

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